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2020: O ano da Gig Economy

Publicado Por: ADP LATAM on 6 abril 2020 in Inovação e Tecnologia, Non classé, Tendência em RH

O que começou como uma categoria de nicho de funcionários, agora prolifera em muitos setores, regiões geográficas e especialidades.

O ano de 2020 está se tornando, rapidamente, o ano da “Gig Economy” e a composição de talentos está mudando. De acordo com algumas projeções, 50% da força de trabalho será composta por freelancers na próxima década. À medida que o mercado de trabalho se diversifica, a própria economia se transforma. Listamos as três principais tendências e previsões que definirão a Gig Economy neste ano.

  1. Nuvens de trabalho de ex-alunos se tornam populares

A aposentadoria dos baby boomers criou uma alta na rotatividade no mercado. Segundo uma pesquisa da consultoria Robert Half, a saída dessa geração preocupa nove em cada 10 executivos e deve impactar no conjunto de habilidades disponíveis na empresa. Como uma maneira de solucionar essa escassez de habilidades, as companhias estão investindo em equipes multigeracionais, programas de mentoria e coaching para troca de experiências, além de mapear projetos e compartilhar os conhecimentos em plataformas online que reúnem as informações desses trabalhadores qualificados.

  1. A empresa finalmente abraça equipes dinâmicas

Grandes empresas já estão debatendo a importância de se trabalhar com equipes dinâmicas, em um espaço colaborativo. As equipes de 2020 serão diversificadas – com funcionários permanentes, trabalhadores em meio período e, também, freelancers. Além disso, as companhias vão precisar de novos sistemas para gerenciar e integrar essas equipes.

  1. A mudança do pagamento

Novas startups e fintechs há um tempo defendem o pagamento imediato. Hoje, já vemos que esse conceito está mudando de “exceção” para “regra”. Com isso, as empresas terão que se adaptar para fornecer pagamento em tempo real a todos os funcionários. Em 2020, é esperado que a relação salarial mude, pois haverá um reconhecimento de que o pagamento em tempo real, mesmo com uma pequena taxa, pode ser mais eficaz e mais barato a longo prazo. Os funcionários do futuro, como tendência da Gig Economy, exigirão o pagamento como e quando quiserem, e os empregadores seguirão o exemplo.

Se não estava claro antes, agora está: não podemos mais ignorar o impacto que a Gig Economy terá no modo como o trabalho é realizado hoje e no futuro. Os líderes de RH precisam agir agora para garantir que seus modelos de equipe e estratégias de negócios sejam projetados para evoluir em sincronia.

 

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