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4 frases sobre carreira que a geração Y precisa parar de dizer

Publicado Por: ADPLatAm on 23 November 2016 in Notícias & Eventos, Tendência em RH

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A impaciência é a característica mais forte da Geração Y e dos Millennials. Segundo a Exame, frases como “Ainda vão perceber o meu talento”, “Tudo vai melhorar quando eu for chefe”, “Preciso crescer logo nesta empresa” e “Se não estiver bom, mudo de emprego” são as mais faladas pela geração Y.
De acordo com o Gerente Sênior de Marketing e Estratégia LatAm da ADP Brasil, John Mackenzie, “É um choque de realidade. A cultura de grandes corporações americanas e europeias foi construída pelos Baby Boomers e pela Geração X. Uma empresa hoje em dia dificilmente revisa esses valores, atualiza a parte cultural, a missão da empresa de uma maneira constante, isso sempre demora muitos anos para ocorrer.”.

Veja a matéria da Exame:

Certos raciocínios podem prejudicar (e muito) a carreira do jovem. Veja 4 frases que é preciso cortar imediatamente do seu repertório.

Estereótipos e generalizações prestam um desserviço à relação entre a geração Y e seus chefes, colegas e subordinados. Ainda assim, dizem especialistas no assunto, muitos profissionais nascidos entre 1981 e 1994 de fato compartilham certos padrões típicos de comportamento —inclusive alguns bastante indesejáveis.
O principal deles é a impaciência. Da pressa para assumir um cargo de chefia à dificuldade para lidar com as frustrações no ambiente de trabalho, o jovem mostra que não gosta de esperar muito para obter o que deseja.
A ansiedade para vencer na carreira tem seu lado positivo, mas pode acarretar desmotivação e até atraso para o desenvolvimento profissional do grupo.
Certas crenças e atitudes atrapalham o sucesso da geração Y. Veja a seguir 4 delas, traduzidas em frases emblemáticas por especialistas no assunto:

1. “Ainda vão perceber o meu talento”

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Foto: Equilibre-se

Misto de ingenuidade e arrogância, esta frase simboliza a necessidade do representante típico da geração Y de receber aplausos por competências que ele muitas vezes superestima em si mesmo, diz a coach Silvana Mello, da consultoria LHH|DBM.
Para o psicólogo Tomas Chamorro-Premuzic, professor na University College London (UCL), muitos jovens são ao mesmo tempo narcisistas e inseguros:precisam se admirar muito, mas também necessitam da aprovação constante dos outros para reforçar sua autoimagem positiva.
Reconhecer os próprios talentos é saudável e necessário, mas pode virar problema se o jovem assumir o papel de “gênio incompreendido” — e trocar a ação pela reclamação. É preciso se esforçar para ganhar visibilidade na empresa, diz Mello, e não simplesmente cruzar os braços, torcer o nariz e esperar até que alguém decida reconhecer o seu potencial.

2. “Tudo vai melhorar quando eu for chefe”

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Foto: Jornal do Empreendedor
Outro mito que precisa ser esquecido é a ideia de que a felicidade no trabalho é diretamente proporcional à posição hierárquica — como se a vida se tornasse mais fácil quando se chega a postos de comando.
Além de criar uma satisfação crônica com a vida profissional, esse tipo de raciocínio impede que o jovem descubra prazer no aprendizado e valorize as experiências de cada etapa da carreira.
Convencido de que a cadeira do chefe é muito mais confortável do que a sua, você terá uma desagradável surpresa quando finalmente chegar a sua vez de ocupá-la. “A liderança é muito mais complexa do que se imagina”, afirma Eline Kullock, diretora da consultoria de recrutamento Stanton Chase. “Você será mais cobrado do que nunca, inclusive pelas entregas alheias, e assumirá a difícil tarefa de motivar outras pessoas”.

3. “Preciso crescer logo nesta empresa”
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Foto: Altair Alves
“Esta é uma geração que imagina que tudo é possível e anseia por um sucesso rápido”, diz Mello. “Há um choque de realidade quando o jovem percebe que a maioria das empresas ainda é muito tradicional em alguns aspectos e impõe processos lentos para a ascensão profissional”.
A pressa para subir de cargo está diretamente relacionada à autoconfiança excessiva e à ideia de que a vida do chefe é mais prazerosa. O resultado é sempre o mesmo, avalia a coach: desmotivação, infelicidade e baixo aprendizado. Ironicamente, esses efeitos acabam atrasando ainda mais a tão sonhada promoção.
O conselho da coach é compreender que o crescimento não se dá apenas pela ascensão hierárquica. “No começo de carreira, o aprendizado é muito mais importante do que os cargos em si”, diz ela. “Além disso, você também pode crescer de forma horizontal, e não só vertical, assumindo novas responsabilidades e liderando projetos para a sua área”.

4. “Se não estiver bom, mudo de emprego”
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Foto: 9dades
Nenhum trabalho é feliz o tempo todo: experiências agradáveis e estimulantes serão sempre intercaladas com momentos de estresse, desânimo e frustração. A dificuldade para aceitar isso é um problema típico da geração Y, na visão de Kullock, e cobrará seu preço mais cedo ou mais tarde.
“Se um profissional pede demissão sempre que está insatisfeito, revela uma grave vulnerabilidade à frustração”, diz a especialista. “É preciso desenvolver resiliência o quanto antes, ou você vai sofrer muito a cada vez que surgir uma contrariedade na sua vida, o que acontece com frequência”.
Mudar muito de emprego pode sabotar o futuro profissional do jovem. Uma recente pesquisa da revista Harvard Business Review identificou uma constante na carreira dos executivos que chegaram ao topo: tempo de casa.
Para conquistar o comando, o tempo médio de permanência na companhia foi de 15 a 23 anos, dependendo do gênero. Para José Augusto Figueiredo, presidente da consultoria LHH| DBM, é natural que as empresas prefiram líderes que transmitem estabilidade, uma imagem difícil de associar a quem troca o tempo todo de empregador.

Foto em destaque: Jovem (Tinatin1/Thinkstock) 

Por Claudia Gasparini

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Carlos Mano says

Não será uma resposta, mas sim uma questão que pega muito em empresas...
Quando se trata de puxa saquismo ou amizade. Isso aqui no Pedágio de Guatapará está muito evidente e somente as pessoas que tem a amizade ou fica puxando o saco é que estão assumindo um posto maior e aquelas pessoas que se esforçam e fazem de acordo com que a empresa pede ou até mais é que ficam de lado ou fazem vista grossa para não promover. Aqui as pessoas que assumiram o posto deixam muito a desejar... Só para ter uma idéia um deles que assumiu o posto de assistente dormi em cima de uma bancada aonde se guarda os pacotes de café e açúcar, sai da cabine para ver calcinha de usuário ou ver usuária desacompanhada e diz que respeita a hierarquia sendo que qualquer motivo liga para o supervisor para reclamar de seus colegas fazendo a caveira criando assim um ambiente desagradável. Outro que assumiu o controle do pedágio fica de muita brincadeira não leva a sério o trabalho, quando precisa colocar cones na via que está fechada nem se importa, dorme na cabine e fica usando celular aonde não se é permitido e já foi chamado atenção sobre isso e tinha uma advertência. Olhando isso fico a pensar então é melhor ser relaxado porque são essas pessoas que assumem a liderança... Fica um desabafo e vou perguntar são essas pessoas que devo confiar?

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