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Carreira e a vida – 4 reflexões do filme Zootopia

Publicado Por: ADPLatAm on 28 April 2017 in Notícias & Eventos, Tendência em RH

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Carreira e a vida – 4 reflexões do filme Zootopia

Por: Portal Administradores

Entre tantas coisas boas que paternidade nos traz, sem dúvida o “salvo conduto” para assistir a todos os desenhos animados possíveis é uma delas: seja tanto para verificar quais desenhos acrescentam algo de interessante para sugerirmos para os nossos pimpolhos como também para acompanhá-los em todas as aventuras da Disney-Pixar (como já narrei no meu blog e aqui no Administradores sobre O Bom Dinossauro) e da Disney-Disney, onde haverá sempre a certeza de termos a diversão garantida com direito a muitas reflexões interessantes para a carreira e a vida, que é o comentarei neste artigo baseado no excelente “Zootopia: essa cidade é o bicho”.

Resumindo bem resumido, ele é uma das melhores animações dos últimos anos, num mundo onde os mamíferos vivem em aparente harmonia. A simpática e esperta coelhinha Judy, que mora no interior com seus pais e os 275 irmãos, passa para a Academia de Polícia e é transferida para a megalópole Zootopia – “o lugar onde tudo é possível e cada um pode ser o que quiser”.

Chegando lá para realizar o seu sonho como oficial, ela logo percebe que, apesar do fascínio que a cidade grande desperta, as coisas nem sempre acabarão saindo exatamente da maneira como ela idealizou – e esse choque de realidade servirá de fio condutor para a ótima aventura “quase noir” (com trocentas referências pop) ao lado da raposa “171” Nick Wilde, que acaba virando o seu parceiro, para juntos mergulharem no submundo dos crimes e viverem no limite da tensão social e racial quando puxam o pano do que está por trás da política de inclusão dos mamíferos e do projeto de reeducação para a convivência pacífica entre presas e predadores.

Que tema pesado, hein? Sim, mas aqui, como em quase tudo da Disney, as coisas são tratadas de uma forma bem tranquila e até poética, mas como o intuito não é fazer a resenha da animação, vamos voltar às 4 reflexões que pesquei dentre as muitas que vão aparecendo pelo caminho. São elas:

a concorrência é menor

1- Se ninguém conseguiu, isto significa apenas que ninguém conseguiu e não que você não poderá conseguir!

A coelhinha Judy, desde pequenina, sempre alimentou o sonho de se tornar policial e, em um dado momento, ao falar mais uma vez deste seu sonho, seus pais lhe dizem que “não dá para acreditar muito em sonhos” e que “coelhos não nasceram para serem policiais”, até mesmo porque são pequeninos e “frágeis”. Ao saber disso, seus olhos imediatamente brilharam e ela retrucou com um largo sorriso: “então vou ser a primeira coelha policial”!

Os seus sonhos nada mais são do que os SEUS sonhos e quem deverá impor (ou não) os limites é você e não os outros. Vide o exemplo do Thái Quang Nghiã, fundador da Goóc, um vietnamita que fugiu de um campo de concentração lá do Vietnã, chegou em São Paulo sem dinheiro e sem saber uma palavra de português, mas, mesmo assim, vendendo bolsa aqui e ali, e com relativamente pouco tempo de Brasil, conseguiu não só passar no vestibular concorridíssimo da USP como também foi construindo seus negócios até consolidar a marca Goóc e as suas sandálias ecológicas.

Difícil? Muito. Impossível? Nem sempre. E assim, tanto o Thái realizou os seus sonhos (no mundo real) como também a Judy, que contra todas as estatísticas e muito esforço e dedicação, conseguiu se tornar a primeira coelha policial.

não é um desenho animado

2- A vida não é um desenho animado onde se canta e os sonhos viram realidade como “Let it go”

A Judy percebeu isso logo que chegou em Zootopia, “a cidade grande”. Depois do natural deslumbramento inicial, onde quase tudo é “novidade”, sua ficha logo caiu – e a frase sarcástica (acima) dita pelo seu chefe, o Comandante Bogo, reflete bem esta passagem meteórica do deslumbramento total para a dura realidade dos fatos. Longe (literalmente) da zona de conforto, todo dia passa a ser uma provação repleto dos mais variados desafios e obstáculos que vão se interpondo no meio do caminho. Cantar até pode ajudar a aliviar o estresse, mas se não encararmos esses problemas de frente e, principalmente, colocarmos as mãos na massa para fazermos acontecer, os sonhos jamais passarão de… sonhos.

com limões faça limonada3- Sempre transforme qualquer limão numa limonada

Mesmo tendo sido a melhor da turma, o Comandante Bogo lhe cumprimentou dizendo que “não estava nem aí” e que “isso não significa nada”. E mais: ao invés de lhe dar uma missão “importante”, colocou-a para aplicar multas de trânsito. Apesar da frustração inicial, pois não foi isso que ela imaginava que iria fazer ao se tornar policial, a Judy então assimila o golpe e decide que irá se tornar a melhor aplicadora de multas da cidade. E mais: se a meta era de 100 multas por dia, ela se autodesafiou com 200 multas até o meio-dia!

O grande ponto é que nem sempre conseguimos fazer o que gostaríamos, mas sempre podemos (e devemos) dar o nosso melhor para fazer bem feito. E mesmo que ninguém dê o devido valor de início, quando nos auto-desafiamos estamos colocando uma dose extra de motivação, e ela nos impulsionará não só para melhorar o que já estamos fazendo para conseguir cumprir a meta, como principalmente para aprender cada vez mais durante este processo – e quando estamos motivados e em constante aprendizado, normalmente a chance de termos insights e assim descobrirmos novas oportunidades passa a aumentar exponencialmente até o ponto em que ou alguém começará a dar valor ou então acharemos um novo lugar e desafios mais interessantes para cuidarmos.

se você pode sonhar, você pode fazer4- A verdadeira mudança começa em você

A conclusão final da Judy é bem o resumo de tudo o que ela passou, pois não se pode esperar as coisas acontecerem, pois elas dificilmente acontecerão se você não der um empurrãozinho e fizer com que aconteçam. Afinal de contas, se você não mudar pelo amor, certamente será pela dor – e será bem melhor que você se antecipe e comece a modificar o quanto antes as suas atitudes e a sua postura de forma a não só começar a enxergar o mundo com novos olhos e assim perceber novas oportunidades, como principalmente, para não ficar para trás remoendo os remorsos por ter perdido o chamado “tiro de largada”. Lembre-se que a vida é uma só, então mude e o mundo mudará junto.

E você, o que achou? Que outra animação ou filme você viu recentemente que também tinha reflexões interessantes sobre a carreira e a vida?

Artigo publicado originalmente no blog Círculos Virtuosos

Fotos:

https://4.bp.blogspot.com/-pd1z6HF-muM/Vs9KePVyxFI/AAAAAAAABLg/t5wtJzjxlkA/s640/23.png

http://blog.projetoexamedeordem.com.br/wp-content/uploads/2015/11/frases-frases-motivacionais-OAB.jpg?x29957

https://i.ytimg.com/vi/qf2K4pBo7C0/maxresdefault.jpg

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TAGS: carreira conquista resiliencia sonho sucesso talento

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Elisabete Yamauchi says

Sou fascinada pelo lúdico, porque consigo compreender melhor esse universo encantado dentro do meu contado. Durante a infância fui embalada por contos universais que ficaram eternamente dentro do meu coração.

Sinto-me como a coelhinha Judy porque as dificuldades e imposições da vida prática da sobrevivência em várias situações se comportam como o Comandante Bogo.

E a solução é continuar, seguir sempre na estrada que nos a caminhos do nosso objetivo.

Elisabete Yamauchi says

Sou fascinada pelo lúdico, porque consigo compreender melhor esse universo dentro do meu mundo encantado. Durante a infância fui embalada por contos universais que ficaram eternamente dentro do meu coração.

Sinto-me como a coelhinha Judy porque as dificuldades e imposições da vida prática da sobrevivência em várias situações se comportam como o Comandante Bogo.

E a solução é continuar, seguir sempre na estrada que nos a caminhos do nosso objetivo.

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