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Compliance, é melhor prevenir do que remediar!

Publicado Por: ADPLatAm on 28 novembro 2016 in Conformidade Legal

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As regras de compliance, como as conhecemos atualmente, são relativamente novas, já que a popularização do termo dentro das companhias tem menos de 20 anos. No início da sua utilização, a palavra era apenas sinônimo de adequação jurídica, mas ao longo do tempo percebeu-se que, para uma empresa avançar de forma eficiente em seu campo de atuação, não bastava estar em dia apenas com esse requisito.

A palavra compliance surgiu a partir do termo em inglês “comply” que, em uma tradução livre, nada mais é que “agir em sintonia com as regras”. Aplicando este conceito em termos práticos no dia a dia de uma empresa, a palavra ganhou grandes proporções, tornando-se o ato de estar em linha com as normas, sejam elas internas ou externas, além de garantir que a companhia esteja cumprindo todas as imposições dos órgãos de regulamentação que regem o seu segmento de atuação. O que há 20 anos era apenas aplicado à área jurídica, hoje deve ser seguido pelos mais diversos setores de uma empresa: trabalhista, fiscal, financeiro, ambiental, jurídico, previdenciário, ético, entre outros.

Partindo desse cenário, são inúmeras as obrigações com as quais uma empresa precisa se preocupar. Por esse motivo, contar com uma política de compliance bem estruturada é fator essencial em qualquer companhia nos dias atuais e fundamental para os negócios.

Não seguir as regras de compliance pode gerar custos elevados

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Foto: O Dinheiro

A ausência de cumprimento das regras pode acarretar em custos elevados para a companhia. Os riscos para pequenas e médias empresas podem ser tão grandes quanto para as organizações maiores. Muitas corporações ainda contam com poucos recursos e falta de especialização interna para estarem a par das constantes mudanças nas legislações que regem o mercado de trabalho. Sem o devido preparo, erros podem levar a consequências graves e dispendiosas, como restrições legais, multas e a diversas outras punições judiciais.

Apesar disso, muitas empresas brasileiras ainda relutam em adotar políticas de compliance. O que elas não percebem é que, criando regras claras para todo o organismo da corporação, irão reduzir custos e tornar as finanças da companhia muito mais saudáveis. Ao invés disso, muitas ainda insistem na inobservância das regras e em correr o risco de entrar em demandas judiciais porque uma lei trabalhista não foi cumprida ou arcar com multas onerosas da Receita Federal por uma falha na prestação de contas ao Fisco, por exemplo.

Para reverter esse quadro muitas organizações têm se concentrado em melhorar a eficiência de seus RHs e de suas áreas de TI, a fim de ganhar maior agilidade e precisão na mitigação de riscos.

É preciso alavancar o poder da tecnologia

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Foto: Hard Workers

Ferramentas e tecnologias que ajudem as organizações a aplicar de forma consistente as políticas e as normas em torno de horas extras e outras atividades críticas de gerenciamento da força de trabalho, por exemplo, são essenciais para manter um ambiente compatível com as regras exigidas pelo mercado.

Embora a tecnologia tenha revolucionado vários aspectos do negócio, muitas organizações ainda estão vinculadas a processos de gerenciamento de compliance manuais ou a contratos de fornecedores que se tornaram obsoletos com o passar do tempo e que, possivelmente, não passaram pelas atualizações necessárias. Desembaraçar a teia de planilhas e documentos em papel ou os caminhos de informação de vários fornecedores muitas vezes revela-se extremamente difícil.

Adaptar-se rapidamente às mudanças exigidas por uma política de compliance requer habilidades e conhecimentos significativos. De acordo com a pesquisa SmartCompliance da ADP, 65% dos CFOs acreditam que a redução do número de pontos de contato neste processo poderia aumentar a eficiência e produtividade. Além disso, mais de 75% dos executivos de finanças relatam não ter acesso em tempo real a dados consolidados.

Terceirizar para transformar

Outsourcing

Foto: Scurra

Para reverter esse quadro, os executivos precisam olhar além das soluções e plataformas que ajudem a simplificar a gestão do compliance e selecionar provedores que estejam na vanguarda da tecnologia e da inovação, fornecendo os melhores especialistas locais, prontos para cumprir as mudanças que a legislação exige.

Com os desafios crescentes e a complexidade do risco de compliance, os CFOs e a área de recursos humanos têm uma oportunidade única de ajudar a impulsionar a mudança organizacional. Ao encontrar novas formas de manter o compliance, reduzir riscos, melhorar a eficiência de processos de negócios, o RH e os departamentos de finanças podem demonstrar seu valor estratégico para a empresa. E, ao invés de remediar situações de risco, passarão a preveni-las com uma atuação muito mais eficaz para os negócios da companhia.

Escrito por Cicero Bucci

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TAGS: Compliance

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