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É preciso trabalhar naquilo que se ama?

Publicado Por: ADP LATAM on 26 junho 2017 in Non classé, Tendência em RH

Muito tem se falado sobre o futuro do trabalho e a chegada de jovens ao mercado. E um dos tópicos que chamam a atenção de empresas e de quem está à procura de um emprego é o propósito. No momento da contratação de um novo colaborador, por exemplo, você já reparou no que os candidatos têm esperado de seu negócio?

Muito além de um bom salário ou da perspectiva de crescimento, a nova geração está a procura de um emprego que alie valores que são importantes também para sua vida pessoal. E com o aumento de estratégias de marketing digital nas companhias, a partir das quais abre-se espaço para que elas mostrem como se diferenciam das concorrentes, o acesso a esse tipo de informação tem se tornado cada vez mais atrativo a quem tem o objetivo de conhecer mais a fundo tais valores.

 

‘Faça o que ama, ame o que faz’

Você já deve ter escutado alguém citar essa frase alguma vez. Mas será que ela vale para todas as situações? E, em um cenário de economia instável, como equilibrar essas expectativas?

Um artigo publicado recentemente pela Fortune dá a fórmula: essa pode não ser a melhor ideia para se obter sucesso no mercado. O que deve mover os jovens, hoje, é a paixão pelos resultados que seus esforços geram. Segundo o texto, os avanços e contribuições que cada colaborador traz a uma empresa, à sua geração e ao próprio bolso devem pesar mais nessa balança. “Ame o sentimento de que seu trabalho duro está fazendo a diferença às pessoas que precisam dele. Em qual momento suas paixões e um mercado melhor se encontram?”, questiona o autor.

Para o Enterpreneur, fazer o que se ama pode aumentar a motivação de um colaborador para atingir seus objetivos, e muitas pessoas conseguem, realmente, tirar essa premissa do papel. Mas, em matéria publicada neste mês, o portal provoca: “se você pesar suas forças com suas fraquezas, descobrirá que existe mais de um caminho para o sucesso. Você pode descobrir que existe algo que você goste tanto quanto [sua paixão] e que tenha um mercado melhor e com mais chances de obter sucesso”.

O texto ainda aponta a importância de uma pessoa estar aberta a novas oportunidades e estar disposta a amar aquilo que faz. Afinal, um emprego perfeito não existe e, no fim, quem molda seu dia a dia e a maneira como se relacionará com colegas, clientes, e até mesmo chefes é cada um de nós.

E em uma época na qual muitas pessoas têm se reinventado e tomado as rédeas de suas carreiras para iniciarem o próprio negócio, também é preciso se ter em mente que, mesmo que não seja possível para todos trabalhar exatamente naquilo que amam, fazer uso de aspectos de suas paixões – sejam elas por livros, culinária ou  motociclismo, por exemplo – para desenvolver uma carreira ou uma empresa pode ajudar na criação de um cenário agradável para o desenvolvimento da rotina.

 

Afinal, não é preciso escolher entre uma oportunidade boa ou uma ruim. O “x” da questão é se gostar do todo: do trabalho e, em especial, dos valores que seus resultados refletem, tanto para o mercado quanto para a vida de cada colaborador.

Texto por: Isabella Ferrentini;

 

TAGS: amor felicidade no trabalho RH trabalhar trabalho Work

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