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Você já ouviu falar em gestão de desempenho? Entenda como as empresas estão aproximando gestores de seus colaboradores

Publicado Por: ADPLatAm on 20 April 2017 in Gestão do Capital Humano, Non classé

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Entenda como as empresas estão aproximando gestores de seus colaboradores

Se você acumula alguns anos de mercado provavelmente já recebeu, ao menos uma vez, uma avaliação de desempenho. Seu formato pode seguir um modelo simples, como uma reunião de feedback, ou o rankeamento dos colaboradores a partir de notas, baseadas no alcance de metas em determinado período.

Mas, com o passar do tempo e o aumento das exigências e competitividade internas, as companhias e, principalmente os departamentos de RH, começaram a reavaliar esses processos e sua efetividade no dia a dia de cada colaborador. E foi a partir desse momento que a simples “avaliação” passou a dar lugar à “gestão” – no qual o acompanhamento de cada empregado tem como foco principal seu desenvolvimento profissional.

Esse fator também seguiu uma demanda das equipes. Segundo publicado pela Forbes no último ano, uma das tendências das corporações é passar a avaliar seus colaboradores mais regularmente, já que “os profissionais de hoje desejam um feedback instantâneo, um comportamento que eles adotaram a partir da gratificação que recebem o tempo todo em redes sociais, como Twitter e Facebook”. A matéria ainda informa que cerca de um quarto dos empregados de uma companhia sentem que avaliações anuais já não auxiliam no desenvolvimento de sua performance.

Mas o que essa nova “gestão” de pessoas traz de novo ao mercado?

Ela tem, em primeiro lugar, aproximado os gestores de seus empregados. Com isso, as planilhas de avaliação, as notas e metas deram lugar ao diálogo frequente, à análise do que pode ser aprimorado no dia a dia e, também, ao entendimento do caminho que deve ser percorrido para a concretização de objetivos. A partir dessa mudança, as empresas começaram a promover o engajamento de seus colaboradores, além da redução do índice de turnover, já que pessoas mais satisfeitas e valorizadas tendem a permanecer no mesmo emprego por mais tempo.

Esse processo também colaborou para que gestores amadurecessem em seus cargos e compreendessem as principais dores das gerações mais novas que estão chegando ao mercado. Até porque, assim como a Harvard Business Review acredita, é papel das companhias auxiliar seus empregados a aprender – e, se isso ainda não é uma realidade, elas não estão desempenhando seu papel corretamente.

Mas apesar de uma tendência em ascensão, a gestão de desempenho ainda é um desafio para as corporaçoes. Elas precisam ter em mãos um sistema estruturado para auxiliá-las nesse processo de transição e adotar efetivamente essa nova cultura – a partir da geração de indicadores, dados para avaliar sua efetividade nas equipes e etc. Além disso, também se torna necessário treinar gestores para que adaptem suas rotinas à maior necessidade de feedback aos seus colaboradores.

E quando falamos de mercado brasileiro, observo que estamos caminhando lentamente com a implementação desses modelos mais modernos. Precisamos começar a compreender que os benefícios do diálogo e da real preocupação com o desenvolvimento de colaboradores não apenas como uma forma de treiná-los para o futuro ou melhorar os números de uma companhia. Mas sim porque o capital humano, conforme apontou o Fast Company no último ano, “é o recurso mais importante de todas as empresas”, portanto precisa sempre ser tratado como tal!

Por Tatiana Folmon

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TAGS: colaboradores gestores lideres

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