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O eSocial requer administrar despesas inesperadas. Fique atento!

Publicado Por: ADPLatAm on 7 February 2017 in Gestão do Capital Humano, Non classé

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O complexo processo de implementação do eSocial já tem causado uma enorme preocupação para as organizações, imagine quando o assunto se refere aos custos inesperados que o programa pode trazer. Segundo o levantamento do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), o eSocial elevou em 10%, desde sua criação, os custos com consultoria especializada nas áreas jurídica e contábil. Há ainda o impacto adicional de 7% nos custos totais com os sistemas de informação, parametrização (processo de decisão e definição dos parâmetros necessários para uma especificação completa) e acompanhamento, incluindo o treinamento de funcionários.

Além destes gastos levantados acima, organizações que utilizam um software interno ou já existentes, terão que pagar mais para estar em conformidade com o eSocial, já que deverão integrar cada sistema atual para inserção de dados na plataforma e instalar atualizações sempre que houver uma nova exigência. Se o negócio não possuir um sistema em nuvem, será necessário contratar um provedor intermediário para enviar arquivos ao governo em formato digital assim que o evento ocorrer.

Além do período de implementação do sistema, as empresas precisam estar atentas ao envio das informações quando o processo estiver vigente, caso isso não ocorra em conformidade, multas poderão ser aplicadas fazendo com que esse processo seja ainda mais oneroso para as companhias. Ou seja, se as funções de suporte da empresa já estão sendo solicitadas a fazer muito mais do que antes, gerando maior estresse nos sistemas e aumentando o risco de erros, imagine com a obrigatoriedade do sistema no qual os erros passarão a ser muito mais transparentes para as agências governamentais.

eSocial: planejar é necessário

e-Social

A partir de janeiro de 2018, as organizações com receita anual de R$ 78 milhões ou mais serão obrigadas a começar a enviar dados ao governo. Isso não significa que as de menor porte não devam também agir. Companhias com receita anual abaixo de R$ 78 milhões terão exatamente a mesma obrigação a partir de julho de 2018.

Segundo pesquisa da PWC “A evolução das empresas rumo ao eSocial”, 21% das companhias apontaram o aumento dos custos como a principal dificuldade após a implementação. Ninguém está seguro se não agir a tempo e quem não se planejar, deve gastar mais neste processo. Uma opção que tem se mostrado eficiente para muitas empresas é terceirizar processos de alta complexidade como o da folha de pagamento, o que pode gerar economia de tempo e dinheiro.

Por isso, é preciso estar atento. Não estar em compliance com as novas regras do governo acarretará no não recebimento de certificados importantes, os quais a companhia precisa para faturar clientes, participar do processo de licitação, entre outras ações. Diante desta complexidade, a automatização de processos é alternativa mais eficiente para as organizações estarem em dia com o eSocial.

Escrito por: Daniela Paschoal

Foto: eSocial.DBSeller

Foto: SnippetsofJack

 

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TAGS: eSocial

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