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Qual importância você dá para a felicidade no seu ambiente de trabalho?

Publicado Por: ADP LATAM on 4 outubro 2017 in Gestão do Capital Humano, Non classé

“O mais importante é ter o senso de pertence a algo maior, encontrando um propósito para o trabalho” 

Você sabe quanto custa um funcionário infeliz? Cerca de US$ 300 bilhões por ano de acordo com a Gallup-Healthways.

E não é só isso, o estudoÍndice de Bem-Estar” mostra ainda que as pessoas estão cada vez mais descontentes com seus gerentes, colegas e ambiente de trabalho.

Um funcionário infeliz resulta em aumento de faltas ou em presenteísmo, quando está de corpo presente na empresa mas com a mente em outro lugar, levando a uma menor produtividade e a um trabalho de qualidade inferior. Por isso é tão importante levar em conta a felicidade.

Rotatividade

A perda de produtividade não é a única consequência. Segundo a Society for Human Resource Management (SHRM), o aumento na rotatividade de funcionários gera um custo que alcança 100% a 300% do salário base dos funcionários desligados recentemente.

Em contrapartida, segundo um estudo sobre felicidade dos funcionários conduzido pela University of Warwick (Reino Unido), funcionários emocionalmente saudáveis e amparados são mais produtivos e produzem 12% a mais do que a média dos trabalhadores, enquanto funcionários descontentes são 10% menos produtivos

O que é felicidade no trabalho?

 Diversos estudos tentam entender quais aspectos são mais relevantes para que alguém se sinta feliz no trabalho.

O mais importante é ter o senso de pertencer a algo maior, encontrando um propósito para o trabalho, sentindo que sua contribuição é relevante e que seus colegas o respeitam e o admiram. Mas como transformar isso em prática?

Como o RH pode ajudar 

O RH pode e deve atuar sensibilizando e direcionando a gestão, monitorando a situação e catalisando as ações.

É fundamental reduzir o tempo e o esforço gasto em atividades burocráticas e focar em um papel mais estratégico, como ajudar os gerentes e supervisores a compreenderem a importância da felicidade, não como algo soft, “bonitinho”, mas como uma efetiva ferramenta de aumento de performance da empresa

Tudo começa já na seleção de novos funcionários, garantindo o alinhamento cultural e situacional entre candidatos e empresa.

Nos primeiros dias, devem-se alinhar as expectativas e esclarecer normas de relacionamento, muitos delas não tão explicitas em manuais; fazer umas pesquisas de clima também é importante, pois, fornece feedback aos gestores se as práticas estão efetivamente surtindo efeito, completando o ciclo e garantindo planos de ações sérios e bem elaborados para corrigir os rumos

Ou seja, nada diferente do que se espera de gestores, talvez a única “novidade” seja incluir a gestão da felicidade como algo estratégico e relevante para o sucesso de longo prazo de qualquer organização. 

Foto: funthingsgalore

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