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Gestão de talentos: a arma mais poderosa na guerra por talentos

Publicado Por: ADP Blog Brasil on 30 março 2016 in Gestão do Capital Humano, Non classé

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Você sabe como a gestão de talentos é importante para o RH? Na verdade, é praticamente a essência do RH, não é? Ainda assim, uma pesquisa feita pela ADP constatou que apenas 8% do tempo do RH é dedicado ao gerenciamento de talentos. Apenas 8%! Concorda que é algo surpreendente? Colocando de outra forma, se 92% do tempo do RH não é empregado na gestão de talentos, o que eles estão fazendo?

A realidade da força de trabalho global

Segundo uma pesquisa da Harvard Business Review, quase 60% dos entrevistados disseram trabalhar em um ambiente sem a cultura de qualidade, especialmente quando se trata de ter concorrentes que “superam as expectativas”. A empresa de pesquisas Gallup acredita que apenas 13% da força de trabalho global está bastante comprometida, e uma pesquisa da Glassdoor comprova que apenas metade de todos os colaboradores recomendariam seus empregadores para os amigos.

Infelizmente, os empregadores deixaram de acompanhar a maré alta de expectativas dos colaboradores. Há uma brecha cada vez maior entre os recrutadores e aqueles que buscam trabalho no que se refere às ferramentas que utilizam. Muitos empregadores, por exemplo, superestimaram como seus processos atuais atendem às expectativas dos que procuram trabalho. Enquanto 46% dos recrutadores acham que seus processos atuais “funcionam bem”, apenas 16% dos que procuram emprego concordam.

Estas empresas enfrentam sérios perigos. Empresas globais estão sofrendo impacto significativo com o crescimento, pois encontrar o talento necessário está ficando cada vez mais difícil. Os líderes precisam mais do que nunca que o RH pense de forma estratégica, para apoiar o negócio focando no gerenciamento de talentos.

Gerencie talentos com tecnologia baseada em dados

A maioria das empresas não enfrenta falta de talentos, mas com 37% dos dados das empresas abandonados em Excel ou softwares semelhantes de banco de dados, essas empresas geralmente não conseguem identificar onde está o melhor talento ou como colocá-lo no lugar certo. Selecioná-los e traçar estratégias de sucessão no ambiente atual significa satisfazer um pool de talentos bastante descompromissado e composto por várias gerações e culturas distintas.

Se uma organização não administrar adequadamente seus talentos, certamente eles não ficarão por muito tempo.

O pool de talentos global tem demandas maiores e expectativas mais elevadas atualmente. Atrair, manter e desenvolver esta nova força de trabalho significa se transformar na marca preferida dos grandes talentos. Para atender às necessidades e os desejos dos colaboradores existentes e potenciais, criar iniciativas de aprendizado e programas de gestão de desempenho que realmente funcionem, as empresas precisam ter uma percepção baseada em dados. Relatórios analíticos resultam em programas de atração e retenção mais personalizados e permitem tomar decisões mais estratégicas. Talvez se descubra, por exemplo, que recompensas não financeiras são cada vez mais valorizadas pelos colaboradores. Na verdade, a geração milênio costuma estar mais interessada em ter experiências variadas do que uma carreira.

Promova a relação de colaboradores com plataformas e ferramentas inovadoras

A boa notícia sobre a gestão de talentos é que atualmente é mais fácil perguntar aos colaboradores o que eles querem. Ficaram para trás os dias das caixas de sugestões abarrotadas no canto da recepção. Agora, as novas ferramentas para feedback e comunicação de funcionários podem ser adotadas. Comunidades de talentos on-line, permitem que os recrutadores cultivem possíveis candidatos até que seja feita uma correspondência, compartilhando atualizações da empresa e informações sobre vagas com um pool de talentos pronto.

Conforme indivíduos de alta renda passam a fazer parte do grupo de pessoas que procura emprego em plataformas de mídias sociais, os empregadores conseguem otimizar as mensagens sociais para criar redes de talentos e fornecer mais informações aos candidatos. Usando tecnologias de relacionamento com candidatos os recrutadores agora podem desenvolver uma conversa com os aspirantes às vagas. Isso exige esforço dos recrutadores e gerentes para criar uma rede, desenvolver o relacionamento e o conteúdo para manter os membros engajados e interessados. Esse esforço pode ser muito mais fácil envolvendo-se com um parceiro especialista em sistemas baseados em nuvem. Contudo, é um esforço que trará muito retorno.

Para saber mais sobre gerenciamento de talentos, leia nosso último relatório “Digital Talent Communities Toward a Community Powered RH” (Comunidades de Talento Digital voltadas para uma Comunidade Capacitada por RH).

Escrito por: Mariane Guerra

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TAGS: Comunidades de Talentos Força de Trabalho Global Geração Milênio Gerenciamento de Talentos Gestão de Talentos Guerra por Talentos Pool de Talentos

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Enio says

Legal.

Carlos Alberto Katsushi Mano says

Aqui na Autovias percebi que o que realmente está faltando para que os talentos se sobressaem é de um bom orientador. Esse orientador por estar a parte do que a empresa necessita vai atrás de materiais que pode melhorar a qualidade da equipe e passar aos controladores e assistentes de pedágio para que possam criar futuros controladores e assistentes dentro dos operadores, porém ficar bem claro que amizade à parte, ser bem crítico na análise da qualidade de profissionalismo. Digo isso porque participo de uma ONG por muito tempo se não me falhe a memória há 38 anos e nessa ONG (Soka Gakkai 87 anos de existência) que está presente em mais de 198 países e territórios ensina justamente isso a criação de valores humanos. Quem conhece sabe do que estou falando e quem quer conhecer basta escrever o nome que está acima no google e achará aqui no Brasil a BSGI (Brasil Soka Gakkai Internacional). Aqui venho me esforçando para passar aos colegas essa idéia e tentar melhorar a pessoa a se tornar melhor sem arrogância. Acredito que essa é a idéia para ter os talentos necessário para uma empresa.