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Estudo em parceria com a The Economist Intelligence Unit aponta os principais desafios de crescimento internacional para a área de recursos humanos

Publicado Por: ADP LATAM on 2 junho 2020 in Gestão do Capital Humano, Globalização, Inovação e Tecnologia, Tendência em RH, Webinar

Identifique e supere seu ponto cego de crescimento global

Uma pesquisa realizada pela ADP, em parceria com a The Economist Intelligence Unit, mostra que a expansão das fronteiras é a estratégia central de crescimento das empresas. De acordo com o estudo realizado com mais de 1000 executivos do C-level e RH em processos de expansão global, o acesso a novas oportunidades de mercado é o principal motivador da expansão (75%), seguido por acesso a competências e habilidades especializadas (67%), e mão de obra acessível (54%).

Ainda de acordo com o estudo, a principal estratégia adotada pelas empresas, na opinião de 72% dos participantes, é estabelecer escritórios regionais que supervisionem as operações de vários países, seguida por estabelecer escritórios individuais em cada país.

A vice-presidente de Recursos Humanos da ADP na América Latina, Mariane Guerra, comenta os resultados. “Em um mundo cada vez mais conectado, não é surpresa que a expansão internacional seja um foco significativo para muitas organizações voltadas ao crescimento. No entanto, as empresas devem entender que a expansão internacional é uma maratona e não uma corrida”.

Na opinião de Mariane, a expansão dos negócios requer um profundo entendimento cultural e de mercado. Nesse sentido, a capacidade de planejar, gerenciar e supervisionar a força de trabalho internacional fará a diferença entre fracasso e sucesso. “Isso é, particularmente, verdade para empresas que se mudam para novos mercados a fim de atrair força de trabalho nova e especializada”, completa.

Para saber mais sobre sobre a pesquisa e como tornar global a sua organização, assista a gravação do Webinar gratuito realizado pela ADP em nosso canal do YouTube

 

TAGS: crescimento global pesquisa produtividade RH the economist

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