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No mês das Mulheres, precisamos repensar as políticas e trazer a igualdade do discurso para a prática

Publicado Por: ADP LATAM on 15 Março 2018 in Gestão do Capital Humano

No mês das Mulheres, proponho um convite para repensarmos o papel da mulher no ambiente de trabalho. No Brasil, mesmo sendo a maioria da população, ainda somos em menor número nas corporações, mesmo tendo em vista as discussões sobre igualdade de gênero.

Segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), quando analisamos a população com 25 anos ou mais e com ensino superior completo, as mulheres representam 23,5% dos habitantes e os homens, 20,7%.

Mesmo assim, no ambiente de trabalho ainda não compomos nem metade do time profissional. Segundo pesquisa do Instituto Ethos, no mercado são 33,5% de mulheres. E os dados vão se agravando à medida que os cargos ficam mais altos: as gerentes representam 31,3% e as executivas 13,6%.

E as mudanças devem acontecer de forma lenta. De acordo com pesquisa do mesmo instituto, realizada em 2017, apenas 28,2% das companhias brasileiras possuem algum tipo de política visando a igualdade de gêneros.

Esse dado evidencia que as corporações também têm responsabilidade sobre a falta de oportunidade igualitárias.

Na ADP nós defendemos a igualdade de oportunidades e temos a igualdade de gênero como um dos principais pilares da corporação. A companhia sempre oferece programas para que as colaboradoras se aperfeiçoem, trabalhem em projetos especiais e consigam espaço em processos seletivos para cargos de liderança nas mesmas bases que seus colegas do sexo masculino.

E isto se reflete no número de colaboradoras da empresa. Atualmente, 54% do quadro da companhia é composto por mulheres.

Os incentivos ao desenvolvimento da carreira impactam todas as áreas da ADP. Somos 45,2% de supervisoras, 35,8% de gerentes e 23% de executivas. Números bem superiores aos do cenário brasileiro. E, importante – mais que uma estatística, esses números refletem os valores e cultura ADP!

Além de exigir processos seletivos proporcionais, com um número igual de candidatos homens e mulheres, realizamos com frequência rodadas de debates para que as funcionárias compartilhem experiências e auxiliem outras colegas.

Igualdade de gênero

A ADP também promove globalmente eventos que apoiam a liderança feminina e mentoring para apoiar o desenvolvimento de nossas executivas.

Também é muito importante que as colaboradoras sintam que são capazes e podem atingir cargos altos, por isso sempre valorizamos esta representatividade aqui.

Por exemplo, colaboradoras que entraram na companhia há cinco anos como aprendizes e conseguiram crescer na carreira são um incentivo e tanto para quem está começando.

Na ADP Brasil, melhorar essas estatísticas com relação à média de mercado representa uma meta para nossa liderança sênior, tão importante e significativa quanto nossas metas financeiras.

Há 6 anos quando iniciei na ADP, a empresa já tinha 51% de colaboradoras mulheres em sua força de trabalho, o que por si só já era admirável. Mas ainda não era suficiente, porque isso não se repetia nos níveis de liderança da organização.

Começamos então perseguir esse objetivo, usando como benchmarking os números publicados pelo Instituto Ethos, e hoje temos orgulho de mostrar nosso progresso às nossas colaboradoras e à nossa comunidade.

Também temos programas específicos de gestão de remuneração que garantem políticas igualitárias de remuneração entre gêneros, diferenciadas somente por performance.

Influenciar a igualdade de gêneros em uma corporação aumenta a produtividade, cria identidade e sedimenta um importante alicerce. Quando as mulheres sabem que possuem oportunidades iguais de desenvolvimento, elas se sentem estimuladas a produzirem mais. Ganha a empresa, ganham as pessoas e ganha a sociedade!

TAGS: igualdade de gênero liderança feminina

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