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O mercado editorial com Silvia Bassi

Publicado Por: ADPLatAm on 16 November 2016 in Inovação e Tecnologia, Novidades ADP

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Conheça a Diretora Executiva e Publisher da Digital Network Brasileiros. O mercado editorial há três décadas tinha suas peculiaridades. As redações de jornais e revistas tinham suas páginas montadas em fotolitos, folhas de carbono, laudas e informações repassadas por telex. Não é preciso dizer que muita coisa mudou dos anos 1980 para hoje. Silvia Bassi passou por todos esses processos e hoje é Diretora Executiva e Publisher da Digital Network Brasileiros, empresa que detém a licença das marcas editorias da IDG no Brasil. A jornalista é também a criadora do IDG Now!, um dos principais veículos de tecnologia do país. Ela exemplifica sua caminhada. “Mudou muita coisa a começar pela troca da máquina de escrever pelo computador.”

Aos 54 anos, se especializou no jornalismo de tecnologia e passou pela Folha de São Paulo, como Repórter e Editora Assistente do caderno de Informática, pela Editora Abril como Editora Assistente da Info e Editora de projetos especiais como a Home PC Magazine, revista dos anos 90 que se prestava a mostrar esse mundo novo dos computadores. Foi Diretora de Conteúdo da América Online Brasil. Mas na IDG fez a maior parte de sua caminhada. De 1985 a 89 como repórter. De 1997 a 99 como Editora e de 2005 até hoje intercalando os cargos de Diretora e Publisher.

Muitos anos a frente de gadgets deram a Silvia uma vantagem. Ela explica. “Ser jornalista de tecnologia te traz algumas vantagens, uma delas é ver os avanços tecnológicos antes de todo mundo. Na época que os computadores começaram a aparecer eu sabia montar e desmontar um, sabia como funcionava cada peça. Você usa mais tecnologias a seu favor.”

E como uma boa jornalista de tecnologia, Silvia aponta seu olhar para o futuro e fala sobre o ambiente profissional. “Você passa a ter menos regras e menos necessidade de estar na redação. Você pode estar em qualquer lugar, em casa, em um café, pode trabalhar no meio da rua. Isso muda muito, torna a notícia mais fluida e o trabalho do jornalista mais fluido ainda”, mas faz uma observação sobre a qualidade editorial. “A informação instantânea pode gerar um aumento da quantidade de erros cometidos e fontes não checadas. Banalizar a informação, um jornalismo de banalidade.”

Com uma nitidez ímpar, Silvia fala sobre os conflitos geracionais. “Eu não sou nem a favor das antigas práticas, nunca. Eu acho que sempre tem jeito de mudar e é preciso entender que a mudança faz parte da vida e é preciso adotar isso como prática corporativa, mas também não sou a favor de simplesmente mudar tudo para receber uma geração nova. Essa geração não tem a vivência corporativa, ela não tem a vivência da empresa. Você precisa ter sempre um clash de culturas  e tentar o melhor das duas culturas.”.

 

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TAGS: FOW

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