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O mundo mudou, o RH também

Publicado Por: ADPLatAm on 30 janeiro 2017 in Non classé

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O que está mudando na hora de contratar?

O processo de escolha de um novo funcionário — até outro dia — era, na maioria das vezes, assim: as empresas olhavam o currículo, entrevistavam o candidato para ver se ele tinha os skills que se esperava e pronto: contrato feito. Hoje, só isso já não basta. Há uma série de fatores que influenciam na hora da triagem, pois o mundo mudou e a cultura das organizações também. Para acompanhar esta evolução, como o departamento de Recursos Humanos está se alinhando às mudanças do mercado de trabalho? Como será uma entrevista de emprego daqui pra frente?

Hoje em dia as tecnologias estão avançando, três, quatro vezes mais rápido do que há uma década e, em muitas áreas, tem virado regra importante dentro das empresas o “olhar para o futuro”. Acreditava-se que o candidato ideal era aquele profissional que trabalhou por muito tempo em uma empresa, e essa característica era sinal de estabilidade e solidez. Atualmente, o profissional que apresenta mudanças na carreira, com projetos e cargos distintos tem vantagem na hora de conseguir um emprego.

Este colaborador mostra mais flexibilidade e mais disposição para aprender novas funções e consequentemente pode ser mais bem aproveitado no ambiente profissional. Para muitas empresas, os líderes são encontrados fora da zona de conforto, numa situação controversa. Mariane explica. “A única certeza que a gente tem é que vai mudar e que vai mudar de maneira ágil. Capacidade de aprender rápido e se adaptar às mudanças podem ser fundamentais aos candidatos”.

Como a área de recursos humanos está se preparando para a geração Millennial?

Como suprir as necessidades desses jovens e não conflitar com os interesses da empresa? Segundo a pesquisa realizada pelo ADP Research Institute, “os empregadores precisam mudar conforme as necessidades dos funcionários” e é notória a busca por essas mudanças. Mas há um impasse que distancia a evolução da tecnologia e os desejos da realidade: a morosidade das leis. As questões regulatórias para a autogestão, por exemplo, ainda são barreiras para esse novo jeito de prestar serviço. “Infelizmente nós ainda não chegamos no ponto em que gostaríamos e é uma pena”, comenta Mariane.

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Créditos: Vexel

Por exemplo, já há tecnologia para que o funcionário acesse sua conta com a digital de seu dedo e indique sua localização física, mas, a lei ainda não permite tal processo. “A lei exige que o funcionário chegue à empresa e marque o ponto no relógio”, afirma a especialista em Recursos Humanos. E conclui: “Existe uma questão regulatória que ainda não avançou na velocidade da tecnologia, mas nós vamos estabelecendo medidas intermediárias como horários flexíveis, entre outras medidas”.

Este panorama pode durar por alguns anos, mas uma coisa é certa: O mundo mudou, os colaboradores têm outros anseios e buscam mais de suas empresas. E o setor de Recursos Humanos tem trabalhado, e muito, para se alinhar às demandas dos padrões e colaboradores, em busca de um equilíbrio e um ambiente profissional mais saudável. Seja no olhar na hora de contratar ou na flexibilidade de horários de trabalho, precisamos buscar soluções e caminhos para o futuro que queremos.

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TAGS: mudanças no RH recursos humanos

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