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Protagonismo feminino no mercado de trabalho: confira o que mulheres da ADP pensam sobre o assunto

Publicado Por: ADPLatAm on 12 May 2017 in Inovação e Tecnologia, Novidades ADP

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A mulher tem ganhado protagonismo no mercado de trabalho em âmbito mundial. No Brasil, segundo dados publicados pelo governo no início do ano, a mão-de-obra feminina cresceu dos 40,8% em 2007 para os 44% em 2016.

Essa tendência é resultado de uma luta diária de estudantes, donas de casa, empresárias, autônomas, empreendedoras, dentre tantas outras profissionais que esperam receber do mercado o mesmo retorno que atualmente é oferecido à parcela masculina da mão-de-obra, tanto em oportunidades quanto em salários. E, para aquelas mulheres que são mães, o desafio é ainda maior quando o assunto é conciliar as jornadas profissional e pessoal.

A ADP, como uma companhia que valoriza suas profissionais e adota, mundialmente, políticas de desenvolvimento e acompanhamento de suas carreiras, procurou saber de diferentes executivas o que elas pensam sobre o protagonismo feminino, além de suas experiências como mães no atual mercado de trabalho.

Confira, abaixo, os principais tópicos destacados por Fernanda Martins, Administrator; Renata Marcilio, GESi Sales Enablement Latin America; Luciana Soler, GESi Sales Operations Leader Latin America; e Paula Mitzakoff, Client Relationship Manager da ADP.

 

É papel das empresas motivar o protagonismo de suas profissionais.

“A igualdade das mulheres no mundo corporativo cresce, mas ainda temos muito que avançar, além de buscar mais coragem dentro de nós. Algumas empresas têm a percepção de que mulher é mais frágil, não sabe lidar com emocional e, infelizmente, dizem que quando engravida fica muito tempo longe do trabalho, perdendo o foco. São fatores que precisam ser mudados.”, comenta Fernanda.

“Estudos atuais apontam que as mulheres hoje representam 43% do mercado de trabalho no Brasil, porém a representatividade diminui na medida em que aumenta o nível hierárquico, chegando a apenas 37% nos cargos de liderança. Tudo isso tendo as mesmas ou maiores responsabilidades que seus colegas do sexo masculino e trabalhando a mesma ou maior carga horária semanal. Acredito que as empresas poderiam mudar esses indicadores mencionados, mesmo que aos poucos, oferecendo às mulheres condições as quais as permitam conciliar trabalho com tarefas de casa, mãe e esposa, e até mesmo flexibilidade para trabalho remoto, pois ainda existe uma cultura fortemente enraizada em nossa sociedade de que essa 2ª jornada ‘domiciliar’ pertença à mulher.”, completa Renata.

 

Conciliar a vida profissional e pessoal após a maternidade é possível sim!

“Acredito que o principal desafio seja manter o equilíbrio emocional para conciliar a rotina corporativa com as tarefas domésticas, conseguindo chegar em casa com disposição suficiente para dar o melhor de si para os filhos e para a família. As alegrias são inúmeras, mas creio que a maior delas é o fato de me manter ativa no mercado e na economia, além de atualizada das tendências, o que acaba influenciando positivamente na educação de meus filhos e me torna um exemplo de perseverança e sucesso para eles”, explica Paula.

 “Hoje penso no quanto foi bom não ter desistido de trabalhar para ficar exclusivamente com meu filho. Ele acompanhou parte de minha trajetória e meu esforço e dedicação; inclusive, já me falou várias vezes do orgulho que sente e a inspiração que sou para ele. Gosto de pensar que contribuí para educar um ser mais humano e acredito que ele vai espalhar esta mensagem para outras pessoas”, completa Fernanda.

 

A hora de começar a busca pelos seus objetivos é agora.

“Divido um conselho que recebi e que foi o fundamento da minha carreira: ‘Faça o que fizer, não esqueça: aja para ter acesso a opções’. Sonha em ser dona do lar? Estude algo que permita conciliar atividades em casa com flexibilidade. Dessa forma, estar em casa será uma escolha, e não a única opção. Quer atuar em empresas multinacionais? Busque falar outro idioma, viaje. E conheça profissionais que tenham carreiras estatutárias, ou profissões liberais, para que possa compreender outras jornadas de vida. Outra regra de ouro: Faça escolhas de olho no que elas possam ampliar suas perspectivas no futuro. Melhores escolhas hoje atraem melhores opções amanhã.”, completa Luciana.

“Trabalhe fazendo algo que você gosta e não mais será uma obrigação! Quando você trabalha com prazer é possível conciliar tudo: vida profissional, vida pessoal, maternidade e até mesmo outras atividades como cursos – que são essenciais para que haja possibilidade de crescimento profissional e pessoal – e a prática de exercícios físicos para dar conta do recado.”, completa Renata.

Seja trabalhando em uma empresa pequena ou em uma multinacional, seja atuando com a parte operacional ou em um cargo de liderança, as mulheres têm ainda muitos degraus a subirem quando o assunto é igualdade no mercado. E, para tal, as empresas têm muito a aprender e investir. Nesse dia das mães, a ADP gostaria de lembrar a essas profissionais que tudo é possível. O momento da mudança é agora!

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