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O futuro do trabalho e a Reforma Trabalhista: em que ponto se convergem?

Publicado Por: ADP LATAM on 6 dezembro 2017 in Gestão do Capital Humano

“O mercado de trabalho caminha para um futuro onde os colaboradores terão mais espaço para criar e liberdade de trabalhar de onde quiser”

Flexibilidade no ambiente de trabalho, a possibilidade de trabalhar do local que desejar e a busca por liberdade para produzir foram desejos apontados pelos entrevistados durante a pesquisa Evolution of Work 2.0, realizada pela ADP, percorreu 13 países e ouviu mais de 5 mil empregados e 3 mil empregadores, incluindo o Brasil. Os dados apurados na pesquisa convergem com algumas das mudanças da Reforma Trabalhista.

Reforma x Futuro

O mercado de trabalho caminha para um futuro onde os colaboradores terão mais espaço para criar, liberdade de trabalhar de onde quiser e trabalham movidos por propósito. Com a Reforma posta em prática fica claro que o Brasil começa a se adaptar aos anseios destas novas gerações.

Mas quais das mudanças convergem com o mercado de trabalho do futuro?

Saiba mais abaixo:

Home office

De acordo com dados da pesquisa da ADP, os colaboradores focam em horas de trabalho, o trabalho em si, flexibilidade e avanço de carreira quando procuram por vagas. Além disso, há um desejo de terem mais flexibilidade para moldar suas vidas profissionais – e trabalhar de qualquer lugar é um fator importante para eles.

O que antes era acordado de maneira informal entre empregadores e empregados, agora terá embasamento legal. Com a reforma, vai ser possível alterar o regime presencial para o home office, sendo acordado entre as partes.

Férias

Outra mudança na lei e que é uma tendência para o futuro é o fatiamento maior das férias. Poder dividir as férias de 30 dias em três vezes, e não em duas como anteriormente, auxilia que o empregado possa descansar em períodos espaçados do ano sem que isso acumule as demandas existentes nas empresas.

Mas lembrando que nenhum dos períodos poderá ser inferior a 14 dias corridos e os demais não serem inferiores a cinco dias corridos, cada um.

 Trabalho intermitente

Esta forma de trabalho possibilita que as pessoas não tenham jornadas fixas e consigam alternar dias e horas trabalhadas. E com a legalização desse tipo de trabalho o funcionário tem direito a férias e décimo-terceiro proporcionais. Com isso, proporcionar maior liberdade, sentido e capacidade de autogestão.

Ficou interessado para saber mais sobre como será o mercado de trabalho daqui uns anos?

Clique aqui para acessar a íntegra do estudo, que foi discutido durante o II Summit da ADP, em novembro.

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