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Os líderes e profissionais de RH não precisam ter medo de estabelecer ou modernizar suas estratégias de RH e de retenção de talentos

Publicado Por: ADP LATAM on 20 agosto 2019 in Tendência em RH

Como forma de se preparar para o futuro, as empresas estão modernizando a gestão de talentos e a força de trabalho em ritmo acelerado. Os desafios impostos aos líderes são muitos, mas as preocupações não podem atrapalhar na hora de entender onde se está e desenhar onde se quer chegar.

 

Levantamos três pontos que aparecem constantemente em conversas com líderes de RH e de gestão de talentos das empresas que ajudamos no desenvolvimento de estratégias de talentos. Esses tópicos são uma mistura de preocupações sobre os processos táticos de hoje, bem como a adoção de práticas e tendências que estão surgindo.

 

1) As chamadas “melhores práticas” podem ser (francamente) confusas.

 

Sim, Sim, Sim! O que ouvimos como “melhores práticas” ─ de nossos colegas, especialistas do setor e fornecedores ─ às vezes, pode ser prático e confuso. Como saber se você não está focado em algo que pode ser apenas uma tendência passageira no mercado?

 

Ver o que outras empresas estão fazendo não deve criar uma sensação de pressão para fazer as mesmas coisas. Os líderes devem adaptar suas estratégias para aplicá-las sem a pressão do “apresse-se e mude”.

 

Mas atenção! É importante ter equilíbrio porque, se você for muito lento para mudar algumas de suas práticas, poderá perder alguns talentos.

 

2) Quão ampla deve ser minha rede de talentos?

 

O novo perfil de profissionais está afetando a forma como os recrutadores trabalham a aquisição de talentos. Uma pesquisa recente da ADP sobre Engajamento mostrou altos níveis de comprometimento entre os trabalhadores gig, termo cunhado para designar a mão de obra autônoma, que prefere contratação “por projeto” e “sob demanda”.

 

Para atrair e reter esses novos talentos, as empresas devem considerar que  essa nova força de trabalho é multidisciplinar e os funcionários podem trabalhar em vários projetos, em tempo integral e meio período.

 

A nova estratégia de contratação também inclui várias gerações, tipos de colaboradores variados, uma combinação de dados demográficos e flexibilidade.

 

Por exemplo, vemos vários funcionários mais experientes e altamente qualificados querendo trabalhar meio período para não se aposentar completamente. Esse é um exemplo de que trabalhadores de tipo gig não se limitam a uma geração ou conjunto de trabalhos e habilidades.

 

3) Sim, os robôs estão aqui ─ e agora?

 

Você ouve e vê em todos os lugares que a Inteligência Artificial (IA) e aprendizado de máquina são agora uma realidade em RH e gestão de talentos. Mas qual seu impacto e como agregar valor à área em um futuro próximo?

 

A convergência de talentos e tecnologia devem ser acompanhadas de estratégias que considerarem roteiros tecnológicos para que seja possível integrar essas tecnologias e beneficiar os negócios. Ou seja, as empresas devem usar as novidades tecnológicas para resolver problemas e liberar a equipe para trabalhar de forma mais estratégica.

 

TAGS: Força de Trabalho gestão Gestão de desempenho produtividade recrutamento Retenção talento tecnologia de RH

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