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A inclusão que funciona

Publicado Por: ADP LATAM on 11 julho 2018 in Non classé

PCDs nas empresas brasileiras

No mercado de trabalho, o PCD nas empresas são apenas 0,9% de 45 milhões de pessoas, conforme o último Censo do IBGE.

Por isso, falar de inclusão é falar de superação.

As empresas precisam entender que se trata de um processo natural e que esses profissionais podem ser produtivos como qualquer outro.

Incluir é muito mais do que cumprir a cota

Assim, as companhias devem contar com práticas e ações consistentes de inclusão: o tema precisa ser parte da estratégia.

E não apenas para cumprir uma cota exigida por lei (de 2% a 5%, dependendo do número de colaboradores da empresa).

É importante entender que a consciência e o compromisso em incluir são os pontos que tornam a ação eficaz.

Ações para garantir a qualidade inclusiva

Quando o objetivo é exclusivamente legislativo, o cumprimento da cota perde força.

Mas se o objetivo é alterar o comportamento e a cultura da organização, o processo torna-se natural.

Ou seja, não basta fazer inclusão: é preciso ter qualidade inclusiva.

A maioria das empresas premiadas pela Great Place to Work (GPTW), por exemplo, tem políticas formais para combater a discriminação contra PCDs:

  • 88% possuem um código de conduta ou outra política formal que estabelece o compromisso em combater a discriminação contra PCDs;
  • 88% possuem canal próprio e anônimo, no qual os colaboradores podem comunicar possíveis desvios de conduta ou ética;
  • 82% possuem alguém na organização responsável por combater a discriminação e promover a diversidade.

Adaptação do ambiente e da equipe são essenciais

Além disso, para criar um ambiente de trabalho de equidade é importante adaptá-lo para atender às necessidades dos PCDs, considerando:

  • Aquisição de impressoras em braile;
  • Programas de computadores especiais para deficientes visuais;
  • Contratação de tradutor de Libras para reuniões e palestras;
  • Oficina de sensibilização (para líderes e colegas de trabalho);
  • Rampas de acesso;
  • Elevadores adaptados.

E mais do que tudo, é preciso não diferenciar os PCD e, sim, integrá-los.

Afinal, em uma companhia, eles são profissionais, independente da deficiência.

 

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