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Os desafios do RH em empresas globais

Publicado Por: ADP LATAM on 13 julho 2018 in Non classé

Considerar uma gestão para diferentes culturas é essencial

As melhores práticas de gestão de pessoas, para o RH em empresas globais, envolvem compreender a realidade da organização e o mercado, com interesse genuíno pelas pessoas.

Em empresas que atuam globalmente, soma-se a isso a flexibilidade de pensar e de operar, de acordo com o cenário.

Embora as tecnologias permitam comunicação quase sem fronteiras, cada país tem valores que influenciam na governança corporativa e no RH.

Por isso, a cultura dos países em que a companhia atua é um dos maiores desafios.

Papel do RH em empresas globais

Nesse sentido, o RH tem uma grande missão: pensar nas práticas de gestão de pessoas considerando as diferenças das localidades.

Para isso, é preciso harmonizar as estratégias internas (processos, sistemas e políticas) e as externas (posicionamento, propósito e valor).

Também é válido adaptar as estratégias às regiões de atuação da empresa, avaliando o uso de métodos e procedimentos uniformizados.

Consistência é a palavra de ordem

No entanto, é preciso entender que, para gerenciar pessoas em diferentes países e culturas, o mais importante é ser consistente.

Ser consistente não quer dizer adotar procedimentos padrão.

Ao invés disso, cabe aos gestores locais identificarem o que pode ser padronizado e o que deve ser customizado.

Dicas para atuar em um cenário global

O perfil e as competências dos líderes e colaboradores são alguns dos pontos mais relevantes em um cenário global.

Veja três ações importantes para contar com um time coeso:

1. Mapeamento do perfil da liderança

O RH deve estabelecer as habilidades da liderança eficaz, com conhecimento dos países com os quais a empresa se relaciona.

É importante criar um conjunto de competências em acordo com valores e ideais e mesclar com peculiaridades de cada região.

2. Capacitação dos profissionais

Para atuar em vários países, os profissionais precisam de inteligência cultural, resultado da inteligência intelectual e emocional.

Ser inteligente culturalmente significa ir além de sua expertise e conseguir lidar com as diferenças de cada região.

Caso o profissional não tenha isso, dificilmente vai conseguir lidar com desafios que as diferenças culturais trazem.

Por outro lado, é preciso atenção nos processos de recrutamento e seleção, além do desenvolvimento de treinamentos para os profissionais.

3. Programas de expatriação

Contar com um programa bem estruturado de expatriação é essencial em empresas globais.

Essa é uma das melhores formas de transferir conhecimento de um país para o outro.

Mas, para ter sucesso, é importante manter o colaborador informado do que está acontecendo no local de origem.

Também é fundamental dar suporte contínuo na avaliação de desempenho e oferecer programas de integração cultural (pré e pós-viagem).

 

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