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Sua lealdade à empresa vai até que ponto?

Publicado Por: ADP LATAM on 18 dezembro 2017 in Gestão do Capital Humano, Tendência em RH

“É fundamental que os empregadores tenham em mente que no fim do dia o que move os funcionários são suas pautas pessoais”

 “Hoje em dia ninguém mais para em emprego algum”, caso essa frase já não tenha sido direcionada a você, com certeza já ouviu algo do tipo. Vivemos uma época em que os índices de rotatividade são muitos altos. Segundo a pesquisa da ADP, Evolution of Work 2.0, apenas no Brasil, 66% da força de trabalho acredita que, “nos dias de hoje, não existe o conceito de segurança profissional”, e outros 63% sentem o impacto do atual contexto político de sua região.

Rotatividade em números

Resultados dessa percepção são os altos índices de turnover nas empresas baseadas no país. 51% dos brasileiros, por exemplo, acreditam que deveriam deixar suas atuais empresas para ganharem mais e apenas 24% dos funcionários se mantém na mesma companhia por três anos ou mais.

Isso não fica restrito ao Brasil. Nos Estados Unidos, por exemplo, no qual o índice de desemprego é menor e o mercado está mais aquecido, a saída de pessoas também é frequente – 27% dos americanos mudam de emprego anualmente -, mas, curiosamente, 46% preferem uma nova oportunidade que paga o mesmo salário ou até menos.

Portanto, para discutir lealdade dos empregados nas companhias é preciso entender não só a realidade das empresas, mas também o que os empregadores estão sentindo.

O que é lealdade, afinal?

Em fala durante o II Summit da ADP, Antonio Salvador, vice-presidente de Recursos Humanos do Grupo Pão de Açúcar, reforçou a importância de as empresas sempre terem em mente que a lealdade dos funcionários não é às empresas e sim a conseguir prover a si mesmo e às suas famílias o sustento mensal.

Portanto, é fundamental que os empregadores tenham em mente que no fim do dia o que move os funcionários são suas pautas pessoais. Quando os empregadores entendem isso, percebem também a importância de sempre manterem diálogos abertos.  

Para isso, é importante que as companhias se mantenham fiéis aos discursos e ao que foi combinado no momento da contratação. Quando ambas as partes estão de acordo não só com relação à remuneração, mas aos propósitos e objetivos, as relações trabalhistas funcionam melhor.

Como afirmou Cristina Palmaka, presidente da SAP durante o evento, as empresas precisam ser genuínas. “Se os líderes não colocam o coração no que falam, os funcionários percebem isso de maneira muito rápida”, completou.

Para saber mais sobre o que foi debatido no II Summit ADP e ler a íntegra da pesquisa Evolution of Work 2.0 acesse o site.

Foto: Myfox8

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