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Conheça os 7 erros mais comuns no processo de implantação do BPO

Publicado Por: ADP LATAM on 26 Fevereiro 2018 in Tendência em RH

No atual cenário econômico do País, a terceirização de RH é uma opção para empresas que buscam ampliar a eficiência e automatizar os processos.

Porém esta transição não é tão simples quanto parece. É preciso sempre entender como funciona o Business Process Outsourcing (BPO) para poder usufruir ao máximo de seus recursos, aumentando assim o desempenho da empresa.

Com um BPO contratado para o departamento de RH, as companhias têm à sua disposição softwares desenvolvidos especialmente para administrar as demandas específicas da área, além de profissionais experientes e capacitados para auxiliar em mudanças de legislação, dúvidas ou problemas internos.

Porém, mesmo com toda essa gama de benefícios que a terceirização traz, ainda existem muitos mitos sobre estes processos. Isto traz insegurança, impedindo ou retardando a contratação do serviço.

Para desmistificar de vez estas questões, o blog da ADP elencou os sete principais erros que os executivos cometem ao analisar e contratar o BPO. Confira:

1. Medo de mudar: terceirização de RH

O setor de RH de uma companhia é muito valorizado – e não é para menos. É por ele que passam todas as informações sobre os colaboradores, os processos internos e diversas questões burocráticas importantes para o dia a dia.

Por isso, o medo de mudar é muito grande. Contudo, à medida que as organizações competem em um mercado em constante atualização, a flexibilidade oferecida pelos serviços de BPO pode ser benéfica.

2. Desconhecer quanto custa o RH

Administrar internamente atividades como folha de pagamento, ponto e frequência e RH podem ser mais caras do que os executivos pensam. Muitos dos custos do departamento podem ficar ocultos e por isso as companhias não conseguem mensurar o real gasto dos serviços de seus funcionários.

Uma razão pela qual alguns valores ficam invisíveis deve-se ao fato de que os processos de RH em muitas empresas “pertencem” em parte ao próprio departamento, mas também em parte à finanças, TI, jurídico, ou outras.

3. Não entender como funciona o BPO

O termo BPO pode confundir os executivos. Estas três letras, que se originam de uma expressão em inglês, podem se misturar na sopa de letrinhas de várias siglas que englobam a terceirização do RH. Entre elas temos:

  • Terceirização da Gestão de Aplicativos (AMO)
  • Prestador de Serviços de Aplicativos (ASP)
  • Software como serviço (SaaS)
  • Serviços Gerenciados
  • Serviços de Terceirização Abrangentes
  • Terceirização de Processos Empresariais (terceirização de RH – BPO)
  • A escolha pelo produto adequado vai depender das reais necessidades de cada companhia, mas o BPO sempre será um serviço abrangente e disruptivo.

É importante que as organizações entendam toda a gama de opções antes de escolher um prestador de serviços.

4. Pensar sempre a curto prazo

As pressões do mercado atual podem ser tantas que os benefícios do BPO no curto prazo se tornem o único foco.

A capacidade de reduzir os custos internos e, ao mesmo tempo, contratar mais uma fonte de conhecimento externo, é, naturalmente, um fator primordial.

No entanto, o relacionamento com o BPO deve ser duradouro. Portanto, uma vez que os benefícios de curto prazo sejam obtidos, o que mais esperar?

Na verdade, a capacidade de o BPO satisfazer as necessidades futuras de uma empresa e de crescer junto com os negócios é, possivelmente, a principal vantagem. Em suma, a empresa precisa evoluir junto com a parceria de BPO.

5. Olhar apenas para o preço ao adquirir uma solução

Com a constante pressão para economizar e reduzir custos, a terceirização é um meio eficaz e interessante. Porém, na necessidade de cortar gastos, muitas companhias procuram por empresas que fornecem serviços com custos menores, mas que nem sempre entregam bons resultados.

Por isso, ao adotar serviços de parceiros, o foco principal sempre deve ser aumentar a eficiência, reduzir despesas gerais e contribuir para a continuidade dos negócios, reduzindo riscos e responsabilidades.

6. Não escolher o parceiro mais adequado para seu produto

Folha de pagamento e as demais operações do RH de uma empresa são, muitas vezes, encarados como commodity. Algumas companhias investem muito pouco tempo ao escolher os prestadores de serviços, enquanto outras podem não utilizar os critérios adequados.

A escolha de um parceiro de terceirização é uma tarefa complexa, na qual vários fatores e critérios devem ser levados em consideração. Fique atento!

7. Pressa na implantação

Uma vez tomada a decisão de optar pela terceirização de RH, pode ser tentador acelerar as mudanças. No entanto, o sucesso do projeto requer planejamento cuidadoso, gestão ativa das mudanças e uma parceria estreita e colaborativa com o prestador de serviço.

A pressa na implantação pode arriscar ou até mesmo suprimir completamente algumas etapas fundamentais, colocando em risco todo o projeto.

TAGS: BPO erros BPO implantação implantação BPO terceirização de RH

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